Fotamecus
Cai como caichoeira ou queda’gua
Quando sentido transforma o que transpassa
Experiencia profunda e dilata
Altera a própria alteração em seu princípo
Não se deixe enganar por falsos deuses
Que o tentam fixar em seu cercado
Morte ao Devorador, linear e inverdadeiro
E seu reinado de máquinas controladoras
E longa vida ao tempo livre que me assiste
A Fotamecus e seu reinar vindouro
Onde os pulsares dos momentos serão internos
E como versos crescentes eternos e sonoros

January 24, 2011 at 2:13 am
amém.
March 30, 2011 at 3:49 am
“Vamos brincar de ‘chronos’ mas sem ‘paradoxo’ pra me pegar.” (indio fazer barulho)
Xuxa. vol III