Fotamecus

Cai como caichoeira ou queda’gua
Quando sentido transforma o que transpassa
Experiencia profunda e dilata
Altera a própria alteração em seu princípo

Não se deixe enganar por falsos deuses
Que o tentam fixar em seu cercado
Morte ao Devorador, linear e inverdadeiro
E seu reinado de máquinas controladoras

E longa vida ao tempo livre que me assiste
A Fotamecus e seu reinar vindouro
Onde os pulsares dos momentos serão internos
E como versos crescentes eternos e sonoros

2 Responses to “Fotamecus”

  1. “Vamos brincar de ‘chronos’ mas sem ‘paradoxo’ pra me pegar.” (indio fazer barulho)

    Xuxa. vol III

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