Archive for May, 2009

Ecos paralelos

Posted in Textos Gabriel with tags , on May 26, 2009 by gabrielsimon

045

As portas que se abrem
E quando fecham,
Ruas que correm, e dois sentidos
Subindo e descendo
Acabam indo parar lá
Não moram, se abrigam
Não brigam, discutem
E se assustam com as coisas …

A terra dos sem ninguém
Coragem e ações
[não, não tem
Corações parados também
Falando ao contrário para não serem ouvidos
Pensando que não pensam em nada
Independentes em vôos altos

Prédios preenchidos de silêncio
Sombras um tanto densas
Para se colorir de emoções criadas,
Todas latitudes e longitudes exploradas
Sem explicações convincentes
Todos os pecados cometidos
Em frente ao papa e ao rei vigente

A terra dos sem ninguém
Francos e Crentes
[pobres e dementes
Cada um fraqueja também
Planejando diálogos imaginários
Prevendo o que não vai acontecer

E no final só esperam
Abraços e recompensas
Um leito quente e descanso
Em meio a mar bravio, porto manso
Em meio a solidão um abraço

inspirado em uma música dos Beatles um doce pra quem souber qual

And There Was The Silence

Posted in Textos Gabriel with tags , on May 5, 2009 by gabrielsimon

http://www.youtube.com/watch?v=MUAQF5v1WpI

Voltando a escrever depois de meses parado, não por preguiça nem por vazio, mas devido ao Caos que a vida estava a falta de vontade de dividir experiências, as vezes o que se aprende deve maturar e ganhar peso antes que seja distribuído a esmo.

Plain talking (plain talking)
Take us so far (take us so far)
Broken down cars (broken down cars)
Like strung-out old stars (like strung-out old stars)

Plain talking (plain talking)
Served us so well (served us so well)
Travelled through hell (travelled trough hell)
We know how it felt (we know how it felt)

Lift me up, lift me up
Higher now am I
Lift me up, lift me up
Higher now am I

(Moby – Lift me Up no video remix do Sesto Sento)

Significância,

Todo o que representa perde sentido
O sólido e concreto experimento
Quando confrontado com o modelo
Nada mais dele exigido, em uma palavra
Imperfeito

As colisões e coalizões desse mundo
Como se tivessem direção
Se eu estivesse sentindo
Apagaram-se as caprichosas luzes
Apenas de palavras estar munido

elos ao acaso, eles que casaram
Eu em casa sem ligar pra nada
Sobrepondo imagens que nada dizem
Nemopoesia abstrata é o que penso

Calado tanto tempo por não conseguir dizer palavras ao vento
Calado tanto tempo por não ligar
E não amar ninguém
Requentando sonhos mortos do passado
Significando a incoerências e coisas sem sentido
Fazendo refeições em absintos
Despertando em psicodelias incertas


** E como diria um baladeiro antigo – Vai que vai que vai!