Quero
Quanto vale a aposta?
Eu jogo a minha contra a sua
Mas devo avisar, sou capaz de destilar
Todos os venenos em minha boca
Troco de idéias e pele como de roupa
Mas sem ilusões,
Isso não é sobre castelos ou impérios
Nem dinheiro ou mistérios, sabedoria
Loucura
É mais sobre a desvairada experiência
A unica aventura
Quanto vale sua aposta?
Está tão seguro? É sua certeza?
Eu me apaixono pela desmotivação
E amo o vazio que carrego, por que ele é meu tempo
É claro que meu ritmo é forte
Ele pulsa em bytes e bpms
Minha corrida só desacelera quando quero
Durmo ao som de inconsciência
E vivo no meio do homogêneo
Insanidade é não calvagar
Nas ondas internas, e ver fora o mar
Ou com o mar dentro não perceber
O mundo estranho ondular
Quanto vale a sua aposta?
A minha é só composta de corpo que é letra
De alma que é idéia
E espirito que me motivou a jogar
Sem esperanças de ser maior
Talvez mais intenso, sim
Mas estou vendo
Acabar
January 23, 2009 at 1:31 am
^^ Cada dia me orgulho mais!^^
January 26, 2009 at 6:05 pm
Adorei a “cadência” desse poema,se você me entende…Tem ritmo…Ou coisa que o valha.
Invejável como sempre.
Saudades moço.
April 26, 2009 at 8:31 pm
não acredito que não tinha lido ainda.