Descobrir o que não sabe
Eu não acredito em amores!
Amores são brinquedos de plástico
Bonecos dançando na noite sozinhos
As vezes por cordas, outras marionetes
Eu não acredito
Por que nada muda na praia tranquila
Na boca fechada, que permanece mentindo
Pensamentos pra sí mesmo
Ou melhor, eu não acreditava;
Pois olhos não refutam o que sabem
Tato percebe o que não compreende
Esconde o rosto de Safo
A poetisa,
Belezas que outros mal julgaram
Quero isso também, revolto oceano
Mudando essência
A beleza do vermelho e verde intenso
Claro
Beijos que contam segredos a alma
Sorrisos
Como o farfalhar de asas d’anjos
E hoje sonho muito mais
E durmo bem tranquilo

November 4, 2008 at 9:57 pm
O amor não tem sexo.
November 5, 2008 at 8:25 am
Não se pode unir o Sentir e o Fazer, são simples caminhos que se cruzam por acaso, e depois voltam a seguir por lugares diferentes, mas não por isso menos dignos ou maravilhosos…
November 7, 2008 at 3:39 am
E você não vai continuar acreditando até encontrar um. Eles são tipo ets…
November 9, 2008 at 8:17 pm
então, como diria o Libra (leia meu blog pra entender), “o amor é só uma história que eu conto pra você dormir”.
eu prefiro dizer que é ficção científica.