Nemopoesia
Eu lírico,
Vomito serpentes de minha boca,
Escre(a)-vo em preto e branco, cheio de cores
Amarelo-laranja-manga de sabores
Esgar,rasgar,lixar, verbos na lingua
Em ludir palhavras de aço, em semas
Faço haver sentido, que vomito
Ao revés de escreve, iludo, e perceba
como corrente de Pessoas, estou me repetindo
Nonde ele mora, está morta…
– Pô! ética não existe
Vive obscura e eclusada (retomada em galhofas)
Mas o eu vive,
– Das esperanças da fé, que põe maravavilhas críveis,
Em morros arroxeados e férteis
Protegidos das chuvas caóticas do tempo
Caem dardos do passado, recorrentes
Se um fantasma pudesse ser no presente
Deixem nos meus sonhos, aquele vencendor dos extremos
Que se apresentou como ninguém, entre Gigantes
Não, meu nome quero eterno
Não me nomine apesar de certo
Quero apenas:
Nemo

June 19, 2008 at 4:12 pm
P. Sherman, 42 Wallaby Way, Sydney…
June 22, 2008 at 5:33 am
neeeeeeeemooooo sailiiiiiiing ooooooooooooooonnn
gostei desse poema. gostei de verdade.
June 23, 2008 at 1:08 pm
“Why are you so far away,” she said…
Eu adorei esse teu poema. Genial.
July 11, 2008 at 10:50 pm
Quanta mina GORDA, mr. Nenhum/ninguém(Ulisses?) por que, querendo dizer e não dizendo nada, de novo?, niente, que “beleza”, aliás dizendo pra si próprio, sim, “bonito”.