Meme (Respondendo King Cry Baby)

Posted in Textos Gabriel with tags , on July 10, 2009 by gabrielsimon

Indicado por Ancalimon, Phaeton, Fáeton, Bicho Pau e outros apelidos estranhos

Eu escolho:

Isabela
Bia
Debby
Gota

Missão:

Escolher um músico/banda para responder as questões
Eu escolho David Guetta

1- És homem ou mulher?

“He steps away from his car with a song. He was wrong.
He should have known all along. with wary eyes and incertain
grin”

On Reflection – David Guetta

2- Descreve-te:

“I believe in the wonder
I believe this new life do can
Like a god that I’m under
There’s drugs running through my veins

I believe in the wonder
I believe I can touch the flame
There’s a spell that i’m under
Got to fly, I don’t feel no shame”

The World Is Mine

3- O que as pessoas acham de ti:

“Live life given now
Tomorrow can wait
Dance all through the night
Sleeping all day
Stuck inside a box
You gotta get out!
Stand up, get up
Live your life now come on!”

Tomorrow Can Wait

4- Como descreves seu atual relacionamento:

“Everytime we touch
Emotions that I cant contain
Are sweeping over me again
Everytime we touch
Sensations I can not explain
Are washing all away my pain
Everytime we touch
A magic spring from deep inside
Comes into me like breathe of light
Everytime we touch
Something takes a hold of me
Everytime we touch”

Everytime We Touch

5- Descreve o momento atual de tua relação:

“I’m here, I’m here to be
Exactly what you need of me, please do
Please let me do, all the things you want me to

Don’t be afraid !

I won’t leave you alone tonight, if you need me here,
just to hold you tight, baby that’s alright ’cause it
just feels good to me.”

Don’t Be Afraid

6- Onde querias estar agora?

“Can you hear us?
Watch the sun on my skin
And the world that I’m in
Makes me delirious

Can you hear us?
With a smile on my face
And it’s far to complete
I’m delirious”

Delirious

7- O que pensas a respeito do amor?

“I’m hurting deep inside
And it’s like that always
The passion was not ours to keep (to keep)
The feelings justified
You’re giving me this heartache
Rejection comes in and cuts so deep (so deep)
Now everywhere I turn
All my bridges burn
Why can’t you see all I need come set me free”

Always

8- Como é tua vida?

“No matter what people say
I’m gonna do it my way
I’m strong enough and alive
I know that I can survive

Won’t take advice that you give
I’ve got my own life to live
I’ll make it right through the rain
and be the winner of the game”

Winner Of The Game

9- O que pedirias se pudesses ter só um desejo:

“I may be wrong, I may be right
I may never see the light
But you can never take away my freedom

Can take everything I own
You can have and sing my song
You can never take away my freedom”

Never Take Away My Freedom

10- Escreva uma frase sábia:

“In love with myself…

I can take you to hell
I’m falling so deep inside it
And I just can’t hide it
Feel it burning down on me

I dance with myself
As hundreds of eyes are waiting
Can’t strip completely
And the lights are burning me

In love with myself..”

In Love With Myself

Ecos paralelos

Posted in Textos Gabriel with tags , on May 26, 2009 by gabrielsimon

045

As portas que se abrem
E quando fecham,
Ruas que correm, e dois sentidos
Subindo e descendo
Acabam indo parar lá
Não moram, se abrigam
Não brigam, discutem
E se assustam com as coisas …

A terra dos sem ninguém
Coragem e ações
[não, não tem
Corações parados também
Falando ao contrário para não serem ouvidos
Pensando que não pensam em nada
Independentes em vôos altos

Prédios preenchidos de silêncio
Sombras um tanto densas
Para se colorir de emoções criadas,
Todas latitudes e longitudes exploradas
Sem explicações convincentes
Todos os pecados cometidos
Em frente ao papa e ao rei vigente

A terra dos sem ninguém
Francos e Crentes
[pobres e dementes
Cada um fraqueja também
Planejando diálogos imaginários
Prevendo o que não vai acontecer

E no final só esperam
Abraços e recompensas
Um leito quente e descanso
Em meio a mar bravio, porto manso
Em meio a solidão um abraço

inspirado em uma música dos Beatles um doce pra quem souber qual

And There Was The Silence

Posted in Textos Gabriel with tags , on May 5, 2009 by gabrielsimon

http://www.youtube.com/watch?v=MUAQF5v1WpI

Voltando a escrever depois de meses parado, não por preguiça nem por vazio, mas devido ao Caos que a vida estava a falta de vontade de dividir experiências, as vezes o que se aprende deve maturar e ganhar peso antes que seja distribuído a esmo.

Plain talking (plain talking)
Take us so far (take us so far)
Broken down cars (broken down cars)
Like strung-out old stars (like strung-out old stars)

Plain talking (plain talking)
Served us so well (served us so well)
Travelled through hell (travelled trough hell)
We know how it felt (we know how it felt)

Lift me up, lift me up
Higher now am I
Lift me up, lift me up
Higher now am I

(Moby – Lift me Up no video remix do Sesto Sento)

Significância,

Todo o que representa perde sentido
O sólido e concreto experimento
Quando confrontado com o modelo
Nada mais dele exigido, em uma palavra
Imperfeito

As colisões e coalizões desse mundo
Como se tivessem direção
Se eu estivesse sentindo
Apagaram-se as caprichosas luzes
Apenas de palavras estar munido

elos ao acaso, eles que casaram
Eu em casa sem ligar pra nada
Sobrepondo imagens que nada dizem
Nemopoesia abstrata é o que penso

Calado tanto tempo por não conseguir dizer palavras ao vento
Calado tanto tempo por não ligar
E não amar ninguém
Requentando sonhos mortos do passado
Significando a incoerências e coisas sem sentido
Fazendo refeições em absintos
Despertando em psicodelias incertas


** E como diria um baladeiro antigo – Vai que vai que vai!

Quero

Posted in Textos Gabriel with tags , , on January 16, 2009 by gabrielsimon

Quanto vale a aposta?
Eu jogo a minha contra a sua
Mas devo avisar, sou capaz de destilar
Todos os venenos em minha boca
Troco de idéias e pele como de roupa

Mas sem ilusões,
Isso não é sobre castelos ou impérios
Nem dinheiro ou mistérios, sabedoria
Loucura
É mais sobre a desvairada experiência
A unica aventura

Quanto vale sua aposta?
Está tão seguro? É sua certeza?
Eu me apaixono pela desmotivação
E amo o vazio que carrego, por que ele é meu tempo

É claro que meu ritmo é forte
Ele pulsa em bytes e bpms
Minha corrida só desacelera quando quero
Durmo ao som de inconsciência
E vivo no meio do homogêneo

Insanidade é não calvagar
Nas ondas internas, e ver fora o mar
Ou com o mar dentro não perceber
O mundo estranho ondular

Quanto vale a sua aposta?
A minha é só composta de corpo que é letra
De alma que é idéia
E espirito que me motivou a jogar
Sem esperanças de ser maior
Talvez mais intenso, sim
Mas estou vendo

Acabar

Ninfa do Severn

Posted in Textos Gabriel with tags , on January 11, 2009 by gabrielsimon

Rio Severn

“It’s such a waste to be wasted
In the first place
I want to taste the taste of
Being face to face with common grace
To meditate on the warmest dream
And when I walk alone I listen
To our secret theme”
(Red Hot Chili Peppers -This Velvet Glove)

E quando eu choro, não é
As paixões que cairam no chão
Pratos quebrados e pequenos
O desejo que senti,
Ou por todo amor que jurei

E quando eu, choro não é
O que tive e me deixou
As vezes que a beleza me rejeitou
Ou brincar de tolo:
Arlequino, Colombino, Pierrot

E quando. Eu choro não, é
As coisas vãs que construi
E tudo que com o toque deformei
Mesmo quando eu me perco
(E como tenho que assumir, me perdi)

Só e quando caiu
Pranto do vir a ser que não se concretizou
A única coisa imaculada que conheci
Lembrança da infância
Fantasio e complico, por que hoje
Não sei expressar tão fácil
Aquilo que chamava amor

“Your solar eyes are like
Nothing I have ever seen
Somebody close
That I can see right through
I’d take a fall and you know
That I’d do anything
I will for you”
(Red Hot Chili Peppers -This Velvet Glove)

  • Sim foi um poema romântico bobo, e daí eu posso me dar o direto né. Afinal mesmo o adolescente que está aqui dentro de vez enquanto quer falar, eu poderia assinar esse como Gabriel, sem precisar do Loki-Parsifall.

  • Sobre festas!

    Posted in Textos Gabriel with tags , , on December 24, 2008 by gabrielsimon

    Mitra

    Enquanto eu vejo 2008 dobrar a esquina, meu sorriso começa a abrir um pouco com relação a retrospectiva desse, conheci coisas mais doces que podia imaginar, atravessei uma porção de limiares. Fiz amigos que sei que vão perdurar, e amigos sazonais que vão passar. Abracei todas as paixões que podia, escrevi uma história doida que é a minha própria, mudei paradigmas, quebrei uma porção de coisas, velhas e novas sem valor.

    Sobre tudo meu agradecimento as pessoas especiais que me acompanharam de alguma forma, pra todas aquelas que vão ficar guardadas comigo. Deixo então momentos costurados, risadas ligando pontos, noites que pareciam não ter fim, enquanto dançávamos ou conversávamos, abraços dados na hora certa, sorrisos distribuídos, confissões trocadas, toques secretos, piadas, sessões de comer doidamente e até infartos galopantes!

    Não estou no pique de dar sermões, quero apenas que os que lêem isso se sintam abraçados, não apenas por mim, mas pela grandeza de quem me cerca, e pela força acumulada por essa experiência, por esse ano.

    Quero me lembrar

    Quem vê Osíris está do meu lado
    Assim como aqueles que Hércules percebem,
    Na noite estrelada música farta
    Noite clara da visão iluminada

    Que a chave de um coração inusitado
    Pode ter alguma vez, passado
    Ter estado próximo ao Cristo
    No Leme de um certa praia

    Quero me lembrar

    Daqueles de sorriso fácil
    De vida tribulada, ou corrida
    Mesmo dos que se esquecem
    Deles que não cobram

    Os amigos novos e sua chegada
    Aqueles que do mistério estão
    Seguindo firme na empreitada
    Ou simplesmente aos que não querem nada

    Quero me lembrar

    Aqueles que me esqueceram
    Ou que assim o fingem
    Dos tristes e dos solitários
    Os que estão enfurnados em quartos

    Também dela que tem namorada
    Os que não tampam o sol com…
    Fazendo com partidos brincadeiras
    De todas aquelas sextas-feiras

    E também
    Pérola linda guardada
    Arcanjo sagrado, perfume de rosas
    Da manhã da vida
    Doces e cores que só a vida mostra
    Que prova o triunfo dessa condição pequena
    Sobre a dor!

    Feliz Dia do Sol de Mitra, Feliz Natal, e lembrem-se do que diz um livro antigo, mas nem tanto:

    93!

    70. Há ajuda & esperança em outros feitiços. Sapiência diz: sê forte! Então podes agüentar mais gozo. Não sê animal; refina teu êxtase! Se tu bebes, beba pelas oito e noventa regras da arte: se tu amas, exceda em delicadeza; e se fazes algo prazeroso, que nisso haja sutileza!

    71. Mas exceda! exceda!

    72. Luta sempre por mais! e se tu és verdadeiramente meu – e não duvide, se tu és sempre alegre! – morte é o coroamento de tudo.

    73. Ah! Ah! Morte! Morte! tu deves ansiar pela morte. Morte é proibida, ó homem, a ti.

    93, 93/93!

    Alegria (Ou também, Brincar com o tempo)

    Posted in Textos Gabriel with tags , , on December 8, 2008 by gabrielsimon

    Borboletas

    Através de garrafas a luz do sol,
    Me veio onde não vinha, entre rosáceos
    Floridos que sabiam,

    Asas de uma borboleta a bater suavidades
    Alegremente improbabilidade emergirá
    De concluir uma efemêride singular

    Enxerguei sua metamorfose
    De perfeição única e só
    Antes mesmo de teu casulo formar

    Devas, anjos e zen

    Posted in Textos Gabriel with tags , , on November 12, 2008 by gabrielsimon

    E de tudo sabia, o nada realizava
    Tudo movia, com nada a conhecer

    Como é estranha a natureza
    Morta dos que não têm dor
    Como é estéril a certeza
    De quem vive sem amor, sem amor
    Cazuza – Completamente Blue

    Puta!

    Posted in Textos Gabriel with tags , on November 10, 2008 by gabrielsimon

    Arrastar

    Como viver de poesia?

    E de poesia viver, por que?
    Se essa tal de poesia é uma puta,
    Rebola em meu colo quando tem vontade
    De lábios molhados, me beija com paixão
    E o preço? Cobra, tão caro essa vadia
    Serpente edênica! Faz ter cores onde não havia
    Não me nega nada. Mas rouba minha visão

    A prosa coitadinha é tão boa
    Porém melindrosa, pudica, cheia de nove horas
    Poesia enche a boca, geme, grita e goza
    Sem seu ruge nos meus dias agonizo
    Sem a cadência de seu corpo e seu tesão

    Você só pode ser diábolica e satânica
    Vicio tremendo de minhas mãos
    Por ti, largo tudo que conheço
    Troco corpo e alma de amigos
    Pra viver a vida inteira tua paixão

    Descobrir o que não sabe

    Posted in Textos Gabriel with tags , , on November 4, 2008 by gabrielsimon
    Amor não tem limites

    Amor não tem limites

    Eu não acredito em amores!
    Amores são brinquedos de plástico
    Bonecos dançando na noite sozinhos
    As vezes por cordas, outras marionetes

    Eu não acredito
    Por que nada muda na praia tranquila
    Na boca fechada, que permanece mentindo
    Pensamentos pra sí mesmo

    Ou melhor, eu não acreditava;
    Pois olhos não refutam o que sabem
    Tato percebe o que não compreende
    Esconde o rosto de Safo
    A poetisa,
    Belezas que outros mal julgaram

    Quero isso também, revolto oceano
    Mudando essência
    A beleza do vermelho e verde intenso
    Claro
    Beijos que contam segredos a alma
    Sorrisos
    Como o farfalhar de asas d’anjos

    E hoje sonho muito mais
    E durmo bem tranquilo